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sábado, 20 de setembro de 2014

A Escolha (vol. 3 da trilogia A Seleção) - Kiera Kass

"Você não é o mundo, mas é tudo o que torna o mundo bom. Sem você, minha vida ainda existiria, mas só." - A Escolha

Sinopse:
A Seleção mudou a vida de trinta e cinco meninas para sempre. E agora, chegou a hora de uma ser escolhida. America nunca sonhou que iria encontrar-se em qualquer lugar perto da coroa ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que a competição se aproxima de seu final e as ameaças de fora das paredes do palácio se tornam mais perigosas, América percebe o quanto ela tem a perder e quanto ela terá que lutar para o futuro que ela quer. Desde a primeira página da seleção, este best-seller #1 do New York Times capturou os corações dos leitores e os levou em uma viagem cativante ... Agora, em A Escolha, Kiera Cass oferece uma conclusão satisfatória e inesquecível, que vai manter os leitores suspirando sobre este eletrizante conto de fadas muito depois da última página é virada.
Skoob
***
America finalmente decidiu o que realmente quer para o seu futuro, embora ainda sofra ao deixar as certezas do passado para trás. Agora, ela precisa dar o melhor de si para conquistar completamente o coração do príncipe Maxon.
Porém, as coisas não são tão simples e ela precisa a permanecer firme em sua decisão. Precisa também encarar as outras meninas de frente e descobrir que todas elas tem algo de bom, que podem ser unidas em vez de inimigas.
Nesse livro, os segredos dos rebeldes nortistas são finalmente revelados e temos mais cenas de ação para quebrar o romance contínuo. As personagens evoluem consideravelmente: conhecemos melhor as cinco meninas, America adquire uma postura mais real e Maxon faz tudo o possível para prevalecer sobre os desejos de seu pai.
Não há muito mais que se possa dizer sem spoilers. O final teve suas surpresas e também coisas previsíveis, mas foi bom.
E com isso, terminou - apesar dos contos que estão por vir - uma trilogia que apesar de não me cativar completamente, valeu a pena ter sido lida.
Nota: 8,5

Ficha técnica:
Título: A Escolha
Autora: Kiera Kass
Editora: Seguinte
Nº de págs.: 352

sábado, 13 de setembro de 2014

Como a felicidade me encontrou



Acordei com a luz do sol na janela, um despertar belo e tranquilo. Da janela do banheiro já era possível contemplar o claro céu azul às seis horas da manhã. Era o amanhecer de mais um dia lindo, como vinham sendo todos desde a última segunda-feira. Tudo indicava que dali a poucas horas começaria a fazer calor, mas isso não me desanimava. Minha preferência será sempre pelos dias quentes e ensolarados, quando parece que a própria natureza sorri.
Foi uma longa quinta-feira, como todas as minhas outras quintas e segundas, porém as aulas e provas do dia não o tornaram desagradável. Ele passou flutuando, dançando, vestido de raios de sol, refletindo minha felicidade. Felicidade, era ela o motivo de tanta beleza ao longo de todos esses dias.
Durante esse breve período de tempo, pensei comigo mesmo de onde vinha e por quê tanta felicidade. Sentia essa sensação maravilhosa de estar animada para tudo, disposta a cumprir todas as obrigações, de ter vontade de VIVER! E assim, refletindo, cheguei à conclusão: felicidade não precisa de motivo ou justificativa, ela é o motivo de vermos o lado bom de tudo. Isso porque ela parte de dentro para fora, e não o contrário. Tal sentimento não devia me surpreender, não a mim, que sempre fui tão feliz, mas fazia um tempo que eu não percebia em meu ser essa alegria genuína e singela, de força tão intensa que não é passageira em um dia ou dois. Perguntei a uma amiga, na segunda, qual seria o motivo dessa felicidade, e ela respondeu algo do tipo "Não sei, mas você parece ser feliz sempre." Uau, foram muitas as vezes nesse ano em que não me senti assim! Mas de qualquer forma nunca deixei-me ser dominada pela tristeza, ela não combina comigo, não cabe aqui. Anne Frank, que nunca me canso de citar, escreveu “Quem for feliz, torne também feliz os outros. Quem tem coragem e fé nunca perecerá na miséria.” Beatriz significa "aquela que traz felicidade para todos". Tenho prazer em honrar meu nome.
A verdade é que, como escrevi anteriormente, quando estamos felizes somos capazes de avaliar o lado bom das coisas, fazemos o "jogo do contente", como Pollyanna. Afinal, o que há de melhor do que acordar e ver o brilho do céu azul logo de manhã? Podemos nos regozijar com tudo o que temos, ver que há beleza em amar mesmo sem ser correspondido, ter a alegria de viver um dia de cada vez! Isso não ser sonhador demais, é ser realista de um jeito bom.
Durante essa semana, nada ocorreu de grandioso, porém as pequenas coisas foram especiais. Eu ri, almocei com minhas melhores amigas e passei as manhãs ao lado de outros amigos. Terminei um bom livro. Lembrei-me daquela frase que me inspira, de Carlos Drummond de Andrade: "Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade". Tive inspiração para escrever esse texto. Vivi.
A felicidade entrou pelas frestas da janela do meu quarto com os primeiros raios de luz da manhã, acomodou-se em mim e não pretende ir embora enquanto houver um céu azul sobre nossas cabeças, esteja ele claro ou vestido de nuvens.

“Muitas vezes me acontece de brincar o jogo do contente sem pensar. A gente fica tão acostumada que brinca sem saber. Em tudo há sempre alguma coisa capaz de deixar a gente alegre; a questão é só descobri-la.” – Pollyanna

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Novidades de setembro!

Uhuu, setembro chegou!
(Não é que eu esteja tão animada assim, mas a ideia é deixar vocês animados!)

We <3 It
Na verdade, minhas expectativas para setembro estão relacionadas à trazer algumas novidades para vocês, por três motivos: 1) agosto foi um mês fraco; 2) tenho muitas ideias e 3) tem muitos posts pendentes (tipo, 24 rascunhos, dos quais oito pretendo publicar. É, a coisa tá coisada, minha gente, não é fácil não.)

(De repente percebi que não tava ouvindo música, então coloquei Shake It Off porque: 1- essa música é tão swiftie! 2- eu sou swiftie 3- me anima a deixar o post animado 4- não tem um quarto motivo. Queria saber desde quando estou com essa mania de tópicos.)

Baby I'm just gonna shake, shake it off, shake it off. 
Enfim, vamos ao que interessa antes que alguém aí acabe indo no botão de deixar de seguir o blog. (sim, isso é possível. Talvez eu não devesse ter contado.)

Quadros/colunas novos e atualizados:

- Vida de Leitor:
SIM, esse é o quadro novo aqui no Minhas Leituras! O objetivo é escrever sobre situações comuns enfrentadas pelos leitores assíduos, como nós, sejam elas boas ou não. Talvez vocês gostem (eu gostei. Só pra constar).

- #ConhecendoOsAutores:
Pensando seriamente em atualizar esse quadro. Se tiverem sugestões de autores, comentem, porque eu tenho tantas opções que é difícil escolher uma.

- Livro do mês:
Sempre lembro desse quadro no último dia do mês, quando já é tarde demais. Sugestões para livro do mês nos comentários, por favor!

Próximas resenhas (não necessariamente nessa ordem):

- A Elite, vol. 2 da trilogia A Seleção
- A Escolha, vol. 3 da trilogia A Seleção
- Contos da Seleção (acho que não preciso dizer de que trilogia é...)
- Doze Anos de Escravidão, Solomon Northup
- A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert (estou lendo)

Leituras de setembro:
Assim que eu terminar o último livro citado, minhas prioridades são os livros em negrito:
- Razão e Sensibilidade, Jane Austen
- Pinóquio, Carlo Collodi
- Persuasão, Jane Austen 

É basicamente isso, pode acontecer de eu não realizar todos os posts, porque a escola não entende que eu sou uma pessoa ocupada que precisa ler e escrever resenhas. Triste, não?
Se vocês têm mais sugestões de posts, comentem, eu vou anotando e realizando tudo de pouquinho em pouquinho.

Agora vamos terminar shaking it off, porque estou muito animada com o lançamento que se aproxima do novo álbum da Taylor, 1989!


It's like I got this music in my mind saying it's gonna be alright!

Té mais!

Beijos,
Beatriz/Bia/Tris/6. Sou divergente e não posso ser controlada.
Haha. Tenho que parar de tentar ser engraçada. LOL

domingo, 31 de agosto de 2014

A Seleção - Kiera Kass

"Maxon, espero que encontre uma pessoa sem a qual não possa viver. Espero muito. E desejo que nunca precise saber como é tentar viver sem ela." - A Seleção.

Olá mais uma vez, leitores queridos do meu coração! (Não, não estou exagerando, eu realmente amo vocês tanto assim!). Agosto foi um mês em que eu li uma trilogia inteira (A Seleção) e mais outro livro, porém não resenhei nenhum desses livros até agora. Portanto, resolvi começar pela trilogia já que muita gente está interessada por ela.

Começaremos, portanto, com a introdução da série que vem encantando muitos adolescentes ultimamente, uma distopia que apresenta a América do Norte do futuro, agora chamada de Illéa, uma única nação, dividida em oito castas e governada por uma monarquia. Na família real, mais um príncipe chegou à idade de escolher sua esposa, que virá a governar a seu lado quando tornar-se rei, e seguindo a tradição da monarquia de Illéa, trinta e cinco garotas de toda a nação, de todas as castas, serão selecionadas para conhecer o adorável príncipe Maxon e fazer o possível para conquistar seu coração. Assim, inicia-se A Seleção, romance que contrasta a realeza e as demais classes sociais, diferentes temperamentos humanos, a dúvida e, principalmente, a batalha travada nos corações.

Sinopse:
Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.
***

America Singer, a protagonista do livro, nos é apresentada imediatamente no início do livro, afinal, ela é a narradora personagem. Ela recebeu a carta enviada para todas as jovens de Illéa, com o relatório que deve ser preenchido caso a moça queira participar da Seleção. Para a maioria, provavelmente não há dúvidas sobre isso. A Seleção é a oportunidade de virar Um, ser da realeza, ter o melhor nível de vida possível, ganhar uma coroa e... Conquistar o coração do belo príncipe Maxon.
Porém, America já tem sua vida planejada. Ela é uma garota da casta Cinco, os artistas e músicos, trabalha tocando e cantando em festas de pessoas que geralmente são de castas acima da dela. Ama seu trabalho, sua família e seu namorado secreto, Aspen. Ele é da casta Seis, principal motivo de seu namoro ser secreto, trabalha duro para sustentar a família e ama America. Os dois têm tanta certeza de seu futuro juntos que nunca houve motivos para temerem que algo pudesse separá-los. Porém, a garota tem a oportunidade de participar da Seleção e sua mãe a pressiona, desejando para a filha e para toda a família um futuro melhor. Afinal, o simples de fato de ser uma das selecionadas já eleva-os para a casta Três. Aspen também pede a America para se inscrever, querendo vê-la sempre melhor do que já está, mesmo que isso signifique que possa perdê-la. Depois dele e da família tanto insistirem, ela acaba se inscrevendo, certa de que não será escolhida.
Entretanto, ela é obviamente escolhida para disputar com outras trinta e quatro garotas de todo o reino pelo coração do príncipe. Justo ela, que tinha sua vida planejada, por mais que soubesse que dificilmente subiria de casta; ela, que amava Aspen; ela, que nunca tivera o menor interesse por Maxon. De repente, America é envolvida em uma aventura supervisionada por câmeras, fama, luxo, vestidos, garotas amigáveis e outras terríveis, e tempo indeterminado longe da família e de seu amor. 
Logo, ela conhece o príncipe, que acaba sendo mais do que ela esperava. Além de bonito, é gentil e engraçado, revelando ser mais bondoso do que o rei. Maxon de cara gosta de America, por mais que ela insista em ser apenas sua amiga, pois ainda está apaixonada por Aspen.
Ao longo da narrativa, ela vai conhecendo melhor o príncipe e afeiçoando-se a ele, apaixonada ou não, fazendo amizade com algumas das outras meninas, como Marlee, e suas criadas, e vivendo uma situação que ela nunca imaginara ser tão confortável, principalmente por ser uma Cinco. Por outro lado, ela tem que conviver com garotas que a veem apenas como inimiga, e descobre que os ataques rebeldes que vinham acontecendo nos últimos tempos ao palácio são mais frequentes do que os cidadãos saibam, presenciando alguns. Assim, entre encantos e desencantos America ganha uma nova perspectiva do futuro que pode ter.
***

Achei o livro bom, no geral, embora não tenha superado minhas expectativas. A narrativa é centrada principalmente no romance e nas dúvidas de America, que é uma personagem divertida: engraçada, sensível, talentosa e amigável. Apesar de hesitante em andar na elegância do palácio, que contrasta com a casinha que dividia com os pais e irmãos em Carolina, ela consegue superar e acostumar-se bem à qualquer situação. Ela não se subestima nem se coloca acima dos outros, dá para notar sua simplicidade e beleza enquanto ela narra sua história. Sua relação com Maxon certamente não começa da maneira que deveria, ela já tinha sua opinião errada formada sobre ele e acabou se enganando. Obviamente, ela se arrepende e se desculpa com ele, que é compreensivo e está disposto a fazer o que puder para que ela se sinta bem no palácio.
Mas são exatamente os comportamentos inesperados de America que cativam Maxon. O príncipe está nervoso, ansioso, com a pressão que está vivendo para escolher a futura esposa entre tantas garotas. Além disso, ele continua sofrendo o descaso de seu pai, o rei Clarkson, que nunca o leva à sério. Nosso mocinho é também um personagem adorável: bonito, engraçado, compreensivo e bom, apesar de inseguro. É claro o motivo pelo qual todas as garotas são apaixonadas por ele.
Apesar de todas as qualidades de Maxon, desde o início gostei de Aspen tanto quanto America. Entendi sua posição de não conseguir esquecê-lo durante todo o livro, apesar dos encantos do príncipe. Aspen era trabalhador, inteligente e amável, fora sua certeza por dois anos.
Todos os outros personagens são bem trabalhados, pois a narração é ótima. A escrita de Kiera Kass é leve e não deixa nada a desejar, fazendo a leitura ser muito rápida e fluída. Li todos os livros rapidamente. Sobre a história em si, acho que a parte dos rebeldes e a construção da parte distópica poderia ter sido mais especificada e trabalhada. Seria muito interessante se viesse à luz o resto do mundo, não apenas a Seleção, embora a intenção da autora fosse criar um romance, não uma trama de ação.

Bem, minha opinião é basicamente essa: o livro é bom, toda leitura vale a pena, mas não foi tudo o que eu esperava. A verdade é que raramente me apaixono por um livro muito focado em um romance. Mas algo que chamou minha atenção na história foi o contraste entre as classes sociais: realeza, castas mais altas, médias e completamente baixas, que aparecem mais nos próximos livros.

Nota: 7,0

Ficha técnica:
Título: A Seleção
Autora: Kiera Kass
Tradutor: Cristian Clemente
Editora: Seguinte
Nº de págs.: 368
Booktrailer:

Gostaram da resenha? Postarei sobre os próximos livros o mais rápido possível!

domingo, 24 de agosto de 2014

Bienal do Livro 2014: Eu fui!

Olá, leitores!

Tentando ignorar as cinco resenhas que tenho para publicar, vim contar para vocês minha experiência na Bienal do Livro ontem, 23, em São Paulo. Foi decidido super de última hora, então não foi possível aproveitar tudo, e além do mais isso só seria possível se eu comparecesse em todos os dias do evento, já que cada dia traz um autor, uma atração diferente.


Chegamos lá às cinco e pouco da tarde e ficamos mais ou menos meia hora na fila (enorme) para comprar os ingressos. Entramos bem na hora em que começava o bate-papo com a Kiera Kass na Arena Cultural, sendo que dava para ouvir os gritos de longe. Obviamente, fiquei bem no fundo, mas subindo numa cadeira dava pra ver direitinho a Kiera, os telões também ajudaram bastante. Foram feitas algumas perguntas pelo organizador da Bienal e a autora falou um pouco sobre porquê começou a escrever, sobre os dois livros de A Seleção que ela irá lançar, etc.. Depois foram feitas perguntas da plateia e a Kiera se mostrou muito simpática com todos. De vez em quando a histeria dos fãs era meio chata, porque mal dava para escutar a resposta dela, mas okay. Ao final das perguntas, começou a sessão de autógrafos, para a qual as senhas tinham sido distribuídas pela manhã.
Sim, seria legal um autógrafo, mas não tinha como, e já foi legal pelo menos vê-la.
Então passeei pelos estandes, a maioria estava lotado, pelo menos os que eu mais queria ver. Mas depois de algumas horas começou a esvaziar e até que consegui ver bastante livros. Tinha um painel lindo de Percy Jackson no da Intrínseca, onde, aliás, compramos o livro A Verdade Sobre O Caso Harry Quebert e pegamos vários marcadores (hehe).


Fazendo um resumão, foi isso. Não foi muito, mas valeu a pena a experiência!
E vocês? Foram ou ainda vão na Bienal? Contem-me suas experiências, estou curiosa!

Bjs, Bia.

P.S.: prometo que as resenhas não vão demorar!

domingo, 17 de agosto de 2014

Bienal do Livro + Concurso Cultural Ed. Biruta + Lançamento

Oi, gente!

Andei meio inativa por aqui e sinto muito por isso, mas a justificativa é a de sempre: escola. Quando se tem muitas ocupações, mesmo em meu tempo livre para entrar na internet acabo ficando sem energia para postar.
Mas falemos sobre coisas mais felizes!

A Bienal do Livro está se aproximando e sei que tem muita gente animadíssima! Afinal, que leitor não ama esse evento? Apesar de eu não poder ir, estou ansiosa para ouvir os relatos de amigos que vão e, claro, de vocês! Quem aí vai na Bienal?

Falando nisso, vim divulgar para vocês um Concurso Cultural muito legal da editora Biruta para blogueiros (sendo parceiros ou não). É chamado Um Futuro Sem Livros, inspirado no livro 2083, de Vicente Muños Puelles. A proposta do concurso é imaginar como seria a vida sem os livros! Vá ao estande da Biruta (G700) e leve uma carta destinada às pessoas do futuro, explicando qual o grande valor dos livros e por que elas terão que lutar para o mundo literário nunca deixe de existir. Ao final do evento, será feito um sorteio dos textos e o vencedor receberá por correio um exemplar de 2083 e terá o texto publicado no blog da Biruta e Gaivota. Além disso, todos os textos ficarão em exposição durante a Bienal.
Para participar é só preencher o seguinte formulário, imprimir e levar ao estande da Biruta durante a Bienal!
Se quiser o formulário em pdf pode me avisar que eu envio por e-mail!

Regras:
– Duração do concurso: 22 a 31 de agosto de 2014;
– Apenas blogueiros e blogueiras poderão participar (parceiros ou não);
– Só serão aceitos os textos impressos no formulário em anexo, preenchido por completo;
– Só serão válidos os textos inscritos no estande das Editoras Biruta e Gaivota. Não aceitaremos textos enviados por e-mail;
– O vencedor receberá um e-mail de notificação sobre o sorteio e deverá confirmar o recebimento em, no máximo, 5 dias. Se isso não acontecer, será realizado um novo sorteio.
 – Todos os textos ficarão armazenados no banco de dados das Editoras Biruta e Gaivota e poderão ser divulgados no #blogbirutagaivota a qualquer momento.

Estarei torcendo por vocês!
Aproveitando a oportunidade, não deixe de conferir a programação do estande da Biruta e pegar seu cupom de desconto!
Cupom de desconto:





Agora, uma dica de livro para comprar por lá é o lançamento Quissama - O Império dos Capoeiras. Segue a sinopse:


É isso aí, pessoal! Tem muitas outras coisas legais para falar sobre a Bienal, autores estrangeiros, muitas editoras com ótima programação, etc.! Espero que quem for se divirta muito e conte-me tudo depois! Deixem seus planos para a Bienal nos comentários :D


sábado, 2 de agosto de 2014

O Guia do Mochileiro das Galáxias - Douglas Adams

Olá!!!

Fiquei a semana toda sem postar, mas agora estou voltando com várias resenhas para vocês. A primeira é sobre o primeiro livro de uma série, o "volume um da trilogia de cinco" O Guia do Mochileiro das Galáxias - Não Entre em Pânico, aclamado como um dos maiores clássicos da ficção científica.


Sinopse:
Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, O guia do mochileiro das galáxias vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado.
Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect.
A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do mochileiro das galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário.
Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.
- See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/livros/ver/110#sthash.249bJbde.dpuf
Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, O guia do mochileiro das galáxias vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado.
Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect.
A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do mochileiro das galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário.
Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.
- See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/livros/ver/110#sthash.249bJbde.dpuf
Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, O guia do mochileiro das galáxias vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado.
Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect.
A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do mochileiro das galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário.
Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.
Saraiva
***
"Não entre em pânico".
 
O principal motivo de ter comprado o livro foi porque essa edição da Arqueiro estava apenas R$10,00 e, como já tinha lido uma resenha positiva sobre ele, não pude perder a promoção (haha).
Em primeiro lugar, tenho de admitir que a Douglas Adams era um sujeito extremamente criativo e inteligente, o que muito transparece no livro.
A história começa a surpreender logo no início, quando o planeta Terra é simplesmente demolido e Arthur Dent escapa, pegando uma carona com o amigo de outro planeta, Ford Prefect, que fazia pesquisa de campo na Terra para O Guia do Mochileiro das Galáxias. Juntos eles embarcam em uma grande aventura, conhecem o presidente da galáxia e visitam planetas desconhecidos, além de descobrirem revelações inimagináveis.
Toda essa aventura é regada a humor e criatividade. Sério, precisei gargalhar e parei para rir em vários trechos, às vezes simplesmente pela ironia ou pelas piadas que os personagens ofereciam. Aliás, os personagens são ótimos! É tudo muito louco, divertido e intrigante, porém sem ficar sem sentido ou perder o interesse. A leitura é muito fluída e rápida, já que é um livro de apenas 156 páginas (nessa edição). O final te deixa muito ansioso para saber, principalmente, a pergunta sobre a questão da "Vida, o Universo e Tudo o Mais", já que a resposta (42) já nos foi dada.
Apesar de todos esses pontos a favor da história, não posso dizer que me apaixonei completamente. Talvez eu simplesmente não concorde com alguns aspectos abordados pelo autor ou talvez o enredo não tenha me cativado por completo. Não sei explicar exatamente o que me desagradou, mas fiquei hesitante em ler a continuação, embora esteja curiosíssima para saber o desfecho. Na verdade, percebi que realmente não curto esse gênero literário, por mais que tenha de admitir que esse livro é um fenômeno da ficção científica. Já tentei outro livro do tipo e também não gostei muito.
Enfim, isso é uma questão de gosto, mas a genialidade do autor é inegável! E é impossível não se divertir e rir, partindo do ponto em que você descobre que o item indispensável à um mochileiro é uma toalha! ;)
Nota: 7,0
Três estrelas no Skoob, correspondente a "Bom".

Ficha técnica:
Título: O Guia do Mochileiro das Galáxias (Vol. 1 da série com o mesmo nome)
Autor: Douglas Adams
Editora: Arqueiro
Nº de págs.: 156

E quanto a vocês, mochileiros, já leram? Concordam ou discordam de minha resenha? Estou aberta às suas opiniões, então deixem-nas aí nos comentários para conversarmos um pouco!